Google Chrome mantém a 3ª posição nos browsers mais utilizados em Portugal, mas aumenta de 4,6% para 11,2% durante o ano de 2010.
Apesar do Internet Explorer continuar a ser o browser mais utilizado em Portugal, desceu mais de 7 pontos percentuais de Janeiro a Dezembro de 2010, passando de 71.2% para 63.8%.
Firefox manteve-se como o 2º browser preferido pelos Portugueses, com uma utilização media na casa dos 21% no decorrer do ano.
Google Chrome na 3ª posição, duplica o número de utilizadores entre o inicio e fim do ano de 2010.
Em 4º lugar o Safari, teve um acréscimo de utilizadores de cerca de meio ponto percentual, atingindo uma cota de 2.6% em Dezembro do ano passado. O Browser Opera manteve uma media de 1% na preferência dos internautas portugueses.
Para a realização deste estudo da Marktest, foram auditados mais de 100 websites durante o ano de 2010, num total de 1,7 mil milhões de páginas visualizadas.
Fonte: Marktest
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O número de
utilizadores que efectivamente acedeu à Internet em banda larga móvel aumentou
4,7% face ao 3º trimestre de 2010. Em comparação com o trimestre homólogo, o
número de utilizadores aumentou 18,9%.
Quanto aos
acessos fixos à Internet, o número de clientes aumentou 2,5% face ao trimestre
anterior e 10,9% em termos homólogos, utilizando a larga maioria (98,6%)
serviços de banda larga, num total de 2,08 milhões. Este valor representa um
crescimento de 2,6% face ao trimestre anterior e de 11,3% comparativamente com
o mesmo trimestre de 2010. Já o número de clientes de acesso dial-up continuou
a decrescer.
Em termos de
tecnologias de acesso à Internet em banda larga fixa, o ADSL continua a ser a
principal, com 51,5% do total. O modem cabo é utilizado por 41,1% dos clientes
da banda larga fixa, e neste trimestre atraiu metade das novas adesões ao
serviço (em termos líquidos). A categoria "outros" - onde se incluem,
por exemplo, ofertas baseadas em circuitos alugados, FWA e fibra óptica
(FTTH/B) - representa apenas 7,4% do total, embora tenha igualmente atraído
cerca de metade das novas adesões no trimestre em análise, resultado de
crescimentos elevados (20,2%).